quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Patati Patatá

Patati e Patatá são os palhaços mais queridos do país, e não é por menos. A cada dia conquistando ainda mais o coração das crianças e trazendo os adultos de uma certa maneira para infância, este realmente é com certeza um dos trabalhos mais importantes, trazendo muita alegria para muitas crianças no pais e ao redor do mundo, realmente um grande trabalho social e cultural, onde o que realmente interessa é a grande satisfação e alegria de todas as crianças. O sorriso de uma criança não tem preço.



Para se fazer o cadastro do seu filho (a) no fã clube do Patati Patatá é só entrar aqui. Com este cadastro, é possível participar do programa deles no SBT e além disso receber notícias e novidades.



 ♪ Se você quer sorrir, é com o Patati
Se você quer brincar, é com o Patatá ♫

Banho de Balde: agora é chique!

Durante a gravidez ouvi muito dizer sobre o banho de balde, o tal o furô para bebês.
Especialistas indicam que o acessório é mais anatômico, simula o útero materno e diminui o desconforto do bebê.
A partir dessa constatação, obstetras e parteiros de maternidades na Holanda criaram em 1997 um baldinho pensando em transmitir ao bebê recém-nascido (até os 6 meses de idade) uma transição tranquila do útero para o mundão. Ele simula o aconhego do útero com a água quentinha e o “apertadinho” do balde.
Vejam minha Milena, ela com 2 meses, testou e aprovou. Realmente acalma, e ela ficou super relaxada. Percebi na época também, como era a fase das dores de barriga (que vai de 0 à 03 meses) que ela saía do banho bem mais tranquila, e não sentia tantas dores.



O baldinho da Milena, ela ganhou da vovó Almerinda, que comprou em uma loja aqui de Itu, no valor de R$ 37,80 (Balde Sensitive - Plasútil).

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Coisas do tempo da vovó

Com tanta modernidade hoje acabamos perdendo o jeitinho das vovós de cuidar dos bebês, filhos e netinhos. Muitas receitinhas das vovós, podem tirar encômodos dos bebês, e resistem ao tempo. Vou dar aqui algumas dicas que já presenciei, outras eu fiz e deram certo.

© Funchicórea: pó fitoterápico encontrado em qualquer farmácia, acalma, tira a cólica do bebê e melhora a prisão de ventre. Poder ser molhado na chupeta ou  dado em pequenas porções no chá do bebê.
© Chá de ameixa: bom para prisão de ventre. Só colocar uma ameixa ferver em um copo de água e deixar esfriar. Coar e dar uma chuquinha para o bebê.
©Colocar gelo e faca sobre batidas para aliviar a dor e impedir a formação de manchas roxas e inchaços.
© Para baixar febre, dar um banho bem morninho ou colocar compressa no tronco com uma toalhada molhada em água morna ou bolsa térmica.
© Com o tempo seco que temos tido ultimamente, é sempre bom colocar uma bacia com água no quarto do bebê, para evitar possíveis alergias. O ideal seria um umidificador (aqui em casa uso com duas gostas de essência de eucalipto), mas pode ser usado também com a bacia.
© Para evitar as possíveis assaduras do bebê substituir o talco por maizena. Cicatriza a pele que é uma beleza.
© Evitar usar lenços umedecidos, dê preferência na limpeza e higiene do bebê para água morna com algodão.
©Para bebês acima de 6 meses, papinha de arroz para reidratar em caso de diarréia. 
© Colocar uma bolinha de algodão ou um pedaço de linha vermelha umedecidos no centro da testa do bebê para acalmar o soluço.
© Duas ou três gotas de leite materno podem ser aplicadas sobre a região afetada para tratar de conjuntivite em bebês.
© Cozinhe as papinhas, como de costume em panelas de ferro para prevenir e tratar anemias.
© Umedecer o lenço em uma mistura de um copo de água morna com uma tampinha de álcool e prendê-lo ao pescoço do bebê contra dor de garganta e tosse (acima de 1 ano).
© Misture uma colher de chá de vinagre em três colheres de chá de água filtrada para aliviar a coceira de picadas de inseto.


Nossa, a lista é grande, e ainda faltam muitas coisas, mas já deu pra ter um kit vovó primeiros socorros. Lembrando mais, eu posto aqui. beijokas.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Foi só comigo ou também aconteceu quando você estava grávida


 … fez o exame de farmácia antes do Beta HCG?
… sua barriga se transformou em algo público – todo mundo queria tocar?
… respondeu 15876431 vezes: se era o primeiro; se era menino ou menina; se já tinha nome e qual; de quantos meses estava; e pra quando o bebê ia nascer?
… todo mundo tinha uma receitinha ou um palpite pra te dar ?
… disse (ou pensou) pelo menos 1 vez: “Oi, neném, te amo muito e não é nada com você… Mas mamãe tá ruizona…” ?
… no início ficou meio envergonhada de furar fila, mas depois ia mesmo, toda pomposa?
… adorava ouvir o coração do bebê amplificado no consultório do obstetra?
… sentia o bebê soluçando dentro da sua barriga, principalmente depois de você comer?
… o dia do ultrassom era pura expectativa? E gravou tudo em DVD, mesmo sabendo que nunca mais iria assistir aos vídeos depois do nascimento do bebê?
… ficava besta com o número de detalhes que o médico apontava no ultrassom?
… se divertia com o bebê mexendo?
… ficava apreensiva quando o bebê se mexia demais?
… ficava apreensiva quando o bebê estava muito quietinho?
… seu umbigo ficou plano?
… ficou admirada com o colostro no sutiã?
… sempre achou que o bebê ia nascer antes do tempo previsto?
 … dormia com um travesseiro no meio das pernas


se lembrarem de mais coisas me relatem...

Dica de uma excelente leitura

A autora sugere como chegar a um consenso quando os pais discordam sobre a educação dos filhos; não cair nas armadilhas das crianças; criar adultos seguros e determinados, capazes de lutar por seus sonhos; não assumir os problemas de seus filhos e, em vez disso, ensiná-los a resolver situações difíceis; ajudá-los a lidar com a frustração; ensiná-los a obedecerem quando necessário; tratar de brigas entre irmãos; superar problemas de sono e alimentação e por fim, lidar com filhos adolescentes…
Ou seja, o livro é uma excelente ferramenta para mães e pais que estão lidando com a inflexibilidade dos filhos diante de alguma regras e limites aos quais a educação sugerida pelos pais os submete. Seja um pequeno de 2 anos, com menos discernimento, mas muita teimosia ou um pré-adolescente de 10 anos, com mais vivência e certa articulação, as dicas de Diane Levy podem auxiliar. :)

Que dó!

O video mostra uma criança chorando (que chega até a ser divertido) porque seu irmão gêmeo matou uma formiguinha. Que dó da criança! Que dó da formiguinha!

Clique aqui e assista o vídeo

terça-feira, 26 de julho de 2011

Precisamos conversar

Ultrapassar a barreira do silêncio e trocar palavras com outras pessoas faz surgir relações, famílias, a política, o amor e a paz. Para chegar lá, é necessário um único verbo: conversar.
Há conversas que marcam a história. Que desvendam tudo. Que transformam espinhos em flores. Que mudam a vida. E sejam felizes, sejam tristes, nos ensinam que a única coisa mais difícil do que falar é ficar em silêncio.
Certamente as mais difíceis são as que não temos. Aquelas que ficam azedando por dentro da gente, alimentando os monstros. Que nos fazem sofrer por antecedência e invertar respostas que na verdade não podemos adivinhar.
Então, fale, diga o que pensa, que a vida é feita pra gente ser feliz.

 
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